Arquivo de Agosto 2013

Ser, o segredo do Coração

Agosto 27, 2013

Exposição em Fátima já teve mais de 155 000 visitantes

Por Marco Daniel Duarte

No início do 3.º ano da celebração do Centenário das Aparições de Fátima, o Santuário de Fátima inaugurou uma exposição evocativa da aparição de junho de 1917, patente ao público entre 24 de novembro de 2012 e 31 de outubro de 2013 (piso inferior da Basílica da Santíssima Trindade; todos os dias das 9h às 19h; entrada gratuita).

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Sob o título “Ser, o segredo do Coração”, desenvolvem-se seis núcleos através dos quais se desenrola uma narrativa que leva o visitante a fazer uma experiência, ora sensorial, ora reflexiva, acerca da temática do Imaculado Coração de Maria, que ali se vê tratada quer na sua componente histórica quer na sua componente teológica e espiritual, através de vários documentos e obras artísticas.

Para esta exposição foram chamados três autores a criarem propositadamente obras de arte (Cristina Leiria, Helena Langrouva e Ricardo de Campos), peças que convivem com espólio histórico-artístico do Museu do Santuário, do Arquivo da Diocese de Leiria-Fátima e com espólio oriundo de coleções particulares e de acervos de várias instituições religiosas e culturais.

Entre as peças de maior valia simbólica, encontra-se a escultura do Imaculado Coração de Maria, concebida por José Ferreira Thedim segundo as indicações da vidente Lúcia, que pela primeira vez saiu do Carmelo de Santa Teresa de Coimbra para onde foi esculpida em 1948. Também se encontram pela primeira vez expostos os manuscritos originais das Memórias da Irmã Lúcia, abertos nos fólios referentes à aparição de junho de 1917. Estas páginas contêm a narração que dá a conhecer um dos capítulos mais importantes da Mensagem de Fátima, precisamente a primeira parte do Segredo relativa ao Imaculado Coração de Maria. “Ser, o segredo do Coração” pretende constituir-se um contributo para a reflexão sobre esta devoção mariana que, embora já estivesse inscrita nos corações dos fiéis desde o século XVII, aufere uma projeção universal e contemporânea a partir de Fátima.

A exposição pode, a partir de agosto de 2013, ser visitada desde qualquer parte do mundo e nas sete línguas oficiais do Santuário de Fátima, desde que haja ligação à Internet, a partir do endereço http://serosegredodocoracao.fatima.pt/.

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CASA DE RUY BARBOSA

Agosto 13, 2013

Por Raquel Naveira

A casa de Ruy Barboso no RJ

A casa de Ruy Barboso no RJ

Rio de Janeiro. Morro Santa Marta. Rua São Clemente. Casa de Ruy Barbosa. Mansão neoclássica, aristocrática, no meio de um vasto jardim. Foi o Barão da Lagoa que comprou o terreno e construiu a casa, terminando-a em 1850. A família de Rui ocupou o imóvel depois de voltar da Inglaterra, onde se exilara por motivos políticos. Rui estava com 46 anos, casado com Dona Maria Augusta há 19 anos e o casal tinha cinco filhos. Em homenagem à sua mulher, Rui batizou a casa de “Vila Maria Augusta” _o nome de minha neta, pensei, ao ver a inscrição na fachada lateral. Nessa casa Rui viveu até morrer, em 1923, aos 74 anos de idade.

*

Que emoção andar por esse jardim cheio de jambeiros, mangueiras e pitangueiras! Recuei no tempo e posso ver Rui  chegar a qualquer momento, com suas botinas marrons, seu chapéu de feltro cinza, a distinta camisa com gravata branca de laço, apoiado sobre uma bengala. Seria ele aquele vulto franzino, sentado num banco sob a pérgula metálica forrada de folhas de parreira? Será ele? Parece cansado… Derrotado nas urnas em duas campanhas a Presidente da República, depois de tantas lutas, tantas perseguições; depois de representar  brilhantemente o Brasil na II Conferência de Paz em Haia, numa atuação que lhe valeu o cognome de Águia de Haiae fez dele um ídolo nacional; depois de defender tantas causas: liberalismo, abolicionismo, liberdade dos cultos, sufrágio direto… Sim, parece cansado. Parece que diz algo. Aproximo-me do pé de fruta-pão e ouço sua voz:

“_ Sinto vergonha de mim por ter sido educador de parte desse povo, por ter batalhado sempre pela justiça, por compactuar com a honestidade, por primar pela verdade e por ver este povo já chamado varonil enveredar pelo caminho da desonra.”

Rui levanta-se  com dificuldade, entra na casa, eu o sigo. O homem austero, metódico, com uma grande capacidade de trabalho, vai passar mais um dia, mais um século, entre seus livros e escritos. Alcança o gabinete gótico, a imensa biblioteca, vai até o escritório, senta-se em frente à escrivaninha. Antes de molhar a pena no tinteiro, desabafa:

 “_ Sinto vergonha de mim por ter feito parte de uma era que lutou pela democracia, pela liberdade de ser, e ter que entregar aos meus filhos a derrota das virtudes pelos vícios, a ausência da sensatez no julgamento da verdade, a negligência com a família, célula-mater da sociedade, a demasiada preocupação com o “eu” feliz a qualquer custo, buscando a tal “felicidade” em caminhos eivados pelo desrespeito para com seu próximo. Tenho vergonha de mim pela passividade em ouvir, sem despejar meu verbo, a tantas desculpas ditadas pelo orgulho e pela vaidade, e tanta falta de humildade para reconhecer um erro cometido, a tantos ‘floreios’ para justificar atos criminosos e tanta relutância em esquecer a antiga posição de sempre ‘contestar’, voltar atrás e mudar o futuro .”
Caminha até a sala de visitas, dirige-se aos convivas invisíveis com sua oratória solene, sua eloquência clássica, herdada das lições de  retórica:

“_ Tenho vergonha de mim, pois faço parte de um povo que não reconheço, enveredando por caminhos que não quero percorrer. Tenho vergonha da minha impotência, da minha falta de garra, das minhas desilusões e do meu cansaço. Não tenho para onde ir pois amo este meu chão, vibro ao ouvir meu Hino e jamais usei a Bandeira para enxugar o meu suor ou enrolar meu corpo na pecaminosa manifestação de nacionalidade.”

Rui entra na cozinha, onde o fogão a lenha estala caldas de doces cristalinos em tachos de cobre, desce as escadas de volta ao jardim, aproxima-se das cavalariças onde umcoupé negro o espera, entra no coche, dá ordem de partida. Tenho a impressão de que me olhou fixamente antes da última confissão:

“_ Ao lado da vergonha de mim, tenho pena de ti, povo brasileiro! De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.”

Pôr-do-sol. Saio da casa de Rui pelas ruas que lembram os voluntários da pátria. Nem sei, Rui, se tudo isso aconteceu agora ou no passado.

ACADEMIA CRISTÃ DE LETRAS DÁ POSSE A NOVOS MEMBROS

Agosto 13, 2013

É com muita honra e satisfação que noticiamos a posse de dois dos nossos colaboradores na Academia Cristã de Letras (ACL), o ato aconteceu na ultima quinta-feira 08 de Agosto no Teatro CIEE em São Paulo Capital.

foto Raquel

Escritora Raquel Naveira

A escritora Raquel Naveira e advogado Rogério Gandra Martins, dois de nossos autores alem do médico Roque Saviolli tomaram posse em uma belíssima cerimônia presidida pela médica e escritora Yvonne Capuano, conselheira do CIEE.


Raquel
ocupa agora a cadeira sete cujo patrono é Castro Alves e o antecessor foi o acadêmico Mário Chamie, é formada em Letras, pela antiga FUCMT, hoje Universidade Católica Dom Bosco e, onde leciona até hoje, no exercício do magistério e desenvolvendo várias atividades de pesquisa e extensão, como publicações e palestras.

O Resgate dos Precatórios: uma proposta

Agosto 12, 2013

Por Saulo Krichanã Rodrigues

Os jornais anunciam a realização de estudos do governo federal para dar conta do pagamento de R$ 94 bilhões do estoque de precatórios em atraso devidos por estados e municípios, com o comprometimento de até  3,5 % da chamada receita corrente líquida (RCL) dos entes federados, em até 06 (seis) anos, o montante em atraso seria totalmente liquidado.

A RCL é praticamente tudo o que os entes federados arrecadam deduzidas as transferências constitucionais e o que se aporta ao regime previdenciário dos seus servidores: da RCL são deduzidas os gastos com pessoal, as obrigações com a saúde e a educação e os compromissos a serem honrados com o Tesouro Nacional, desde o ano 2000 (e até o ano de 2030), quando o desequilíbrio fiscal acumulado pelo setor público foi assumido pela União.

Do encontro de contas de então, o valor devido pelos precatórios – ou o que é devido por obrigações do ente público resultantes de sua condenação pelo Poder Judiciário, junto a pessoas físicas e jurídicas, titulares ou herdeiros de tais obrigações – não foram computados no refinanciamento das dívidas de quase 200 entes públicos dos Estados e das capitais e de várias cidades do país.

Só com esse dispêndio, são gastos 11,5% da RCL: alguns desses entes federados já dispendem de 1,5% a 2,5% da RCL para pagamento do estoque de precatórios atrasados.

Ou seja, quase 15% da RCL: com a educação e a saúde, por imperativo legal, são dispendidos em média mais outros 35%. Da metade que sobra, entre 80% a 90% são comprometidos com custos e despesas da máquina de governo nas esferas do executivo, do legislativo e do judiciário, além de outros pagamentos de dívidas financeiras não vinculadas àquelas já assumidas com a União.

Para investimentos líquidos, para o atendimento do que se demanda da sociedade… o que eventualmente sobrar desse conjunto de onerações.

Se não há margens para endividamento financeiro ou fiscal, pode-se comprometer a até mais 5% da RCL para a contratação de Projetos de investimento junto a parceiros privados, pela via das concessões patrocinadas e administrativas previstas pela chamada Lei das Parcerias Público Privadas, as PPP.

As soluções aventadas para o pagamento desses direitos até agora, quase sempre tem lesionado o recebimento desses valores pelos seus titulares: na época da inflação galopante, o diferencial das taxas judiciais cobradas pelo pagamento em atraso dos precatórios vis a vis ao patamar das taxas praticadas no mercado financeiro e às manobras protelatórias para o pagamento dessas obrigações pelos entes públicos levava os titulares dos créditos a reconhecer um deságio escandaloso caso quisessem antecipar à vista o recebimento dos valores que lhes eram devidos.

Com a queda da inflação e à queda do juro real, o valor do deságio foi em muito diminuído. Mas, mesmo assim, os entes públicos sempre conseguiram anular ou compensar a diferença com o diferimento (adiamento) de seus pagamentos, ainda que assegurados no plano judicial.

No estágio atual, a proposta de pagamento desses valores tão expressivos – ainda que parte do valor possa vir a ser custeada pelos entes públicos com a liberação dos valores de depósitos judiciais não relacionados a causas fiscais – encontra uma situação perversa.

Se verdadeiro e legítimo, como de fato é, não se poder mais postergar o pagamento desses valores não menos verdadeira é a situação de fragilidade fiscal dos entes públicos para arcar com mais esse encargo.

Como, pois, encontrar uma sugestão “ótima” onde a possibilidade de “um” não imponha ainda maior perda ao direito do “outro”; ou que o direito de “um” não se faça a expensas de “outro” que irá compensar suas perdas criando maiores dificuldades a “outrem” pela postergação do atendimento de outras demandas ou pela oclusão de outros direitos?

Seja como for, é tempo da sociedade exigir coerência na resolução de suas pendências: por exemplo, exige-se peremptoriamente o respeito a contratos com terceiros, ainda que não se honrem cláusulas constitucionais como o direito à saúde ou a educação para os seus cidadãos.

Como dizer que o governo ou o país desfruta de “grau de investimento” no cenário internacional (novamente, para honrar compromissos junto a terceiros) quando o governo não cumpre corretamente ou usa de “chicanas” de toda a ordem para negar ou adiar a seus concidadãos o cumprimento de decisões judiciais transitadas em julgado?

 Assim, de parte do ente público, não se pode utilizar qualquer oneração (por imposto ou tributo) para pagar (mais) essa conta; tão pouco, encontrar uma chicana financeira que desidrate ainda mais o direito dos créditos a receber notadamente dos chamados precatórios alimentares: ou seja, aqueles que se referem a direitos emergentes de ações judiciais referentes ao pagamento de salários, pensões, aposentadorias e indenizações por morte e invalidez.

Tecnicamente, só haveria margem fiscal neutra para arcar com esse pagamento com o corte de despesa corrente a ele equivalente, preservando o atendimento dos demais itens deduzíveis da RCL, tal como inicialmente destacado.

De moto próprio, pelo menos até o momento, é praticamente impossível esperar a coragem e o desprendimento que seria necessário dos gestores públicos para se “abrir” a margem fiscal equivalente a R$ 94 bilhões ainda que num horizonte de 06 (seis anos) para esterilizar o pagamento desse indiscutível encargo.

Assim, só parece haver uma saída: forçar o contingenciamento do gasto corrente pelo lado das receitas futuras.

Os entes públicos devedores dos precatórios, mediante a necessária autorização prevista pela Lei de Responsabilidade Fiscal –  teriam a autorização para fazer uma emissão única, não resgatável ou não repactuável, de títulos mobiliários com vencimento ao longo dos próximos 15 anos, emitidos a um valor de face equivalente ao valor devido sem deságio aos detentores dos precatórios em atraso e remunerados a uma taxa anual equivalente à taxa da poupança atual, para resgate a partir de 12 meses da data de sua emissão, na proporção anual de 1/15 do seu valor de emissão corrigido, sendo permitido ao detentor da posse desse título realizar o resgate desse papel com base no valor da sua remuneração anual equivalente ao rendimento da poupança ou transferir o mesmo para um terceiro que possa utilizar o mesmo que utilizará o mesmo para compensar o pagamento de impostos (receitas) de competência do ente público emissor desse título.

Dada à obrigação pactuada com a emissão desses títulos, os governos deverão incluir os resgastes previstos nos seus instrumentos de ação orçamentária  (PPA, LOA e LDO) – sujeitos à aprovação legislativa – e, portanto, adequar suas despesas correntes ao nível de receitas e de RCL previstas em decorrência da assunção dessas obrigações.

Para maior atratividade dos títulos, o Governo Federal será o seu fiador (com a garantia de lastro do fluxo de FPE e FPM dos entes federados emissores).

Os entes públicos poderão aceitar esses títulos como pagamento de valor de outorga em Projetos de Investimento de Concessões Públicas assim como para pagamento de impostos por parte das Empresas Concessionárias de seus Projetos de PPP. Ou ainda, para quitação de valores de suas Dívidas Ativas junto a devedores do tesouro estadual e municipal, ou em pagamento de parcelas de Programas de Parcelamento de dívidas fiscais em execução.

Um rígido acompanhamento da execução dessas obrigações – tal como hoje exercida sobre os compromissos da Lei de responsabilidade Fiscal – seria a garantia maior da definitiva liquidação dessa pendência dos precatórios: que por outro lado, devolveria a credibilidade não só aos governos, mas ao próprio Estado brasileiro.

Programação 1ª Feira Literária e Musical do Clube Português – tema música popular

Agosto 12, 2013

Ocorre em 1º de setembro, a 1ª. Feira Literária e Musical, com  apresentações culturais de escritores e músicos. Uma realização do Depto. Cultural do Clube Português.

A feira procura promover a importância da literatura e da música como ferramentas para se incentivar a cultura no país, e também, o intercâmbio entre autores e músicos.

Confirmaram presença os escritores: Ayrton Mugnani, Diego Nunes, Patrícia Rodrigues, Norma Hauer, Thais Matarazzo, José Almeida de Amaral Júnior e Pedro Thomaz Memorialista.  Os músicos: prof. Roberto Bueno, Presidente da OMB/CRESP, Ribas Martins, Mário Albanese, Raimundo José, Helena Cabral, Ciça Marinho & Sérgio Borges, Pedro Júnior. O radialista Walter Manna, produtor e apresentador do programa “Solo Tango” (Rádio Trianon AM), que está comemorando quatro anos de existência, também se fará presente e trará representantes da música portenha para apreciação do público, entre eles dançarinos profissionais, o conjunto Che Bandoneon, o pianista Pedro Henrique Calhão e os cantores Roberto Luna, Raul Bordalo e Muarício Franchi.

A programação completa está disponível no blog: http://bibliotecaclubeportuguessp.blogspot.com.br/2013/08/programacao-da-1-feira-literaria-e.html

O evento conta ainda com o apoio cultural da Ordem dos Músicos do Brasil – Regional São  Paulo.A entrada é franca e a classificação é livre.

Serviço

 1ª Feira Literária e Musical do Clube Português
Quando: 1º de setembro. Das 14 às 18 horas.
Onde: Clube Português – Rua Turiassú, 59, Perdizes
Quanto: entrada gratuita
Informações: 3663-5953 ou biblioteca@clubeportuguessp.com.br

Mais um espaço inaugurado para a nossa Língua Portuguesa

Agosto 5, 2013

Por Rita de Cássia Alves

Não é simples conciliar vertentes diferentes de estudo e modos de pensar que muitas vezes se distanciam em sua práxis.

História, uma das áreas do conhecimento que demanda pesquisa, comprovação, razão, documentação, e é para onde dedico muitas horas do meu tempo de trabalho e onde foco meus ideais relacionados a Patrimônio (Material e Intangível), é também a medida exata que me absolve das investidas abstratas em outra área em que atuo, a Literatura, mais precisamente a poesia.

Há um fio resistente que faz a relação entre ambas as áreas: a Língua Portuguesa, vertente complexa para a qual também disponho meus estudos estruturais da língua, a Gramática em sua essência, estudo das regras, normas, das origens, das relações históricas entre línguas – pouco falado em estudos acadêmicos – como as influências étnicas índias e africanas.

Atualmente, a minha  mais recente alegria foi a de ter criado um espaço dedicado à Língua Portuguesa, como uma ferramenta de apoio ao público universitário, ainda que de áreas diferentes das humanidades, já que são ou serão produtores de conteúdos científicos.

Contei, neste processo, com o precioso apoio de George Yagui, um especialista em Tecnologia da Informação, que tem me dado segurança e suporte para colocar em prática esta idéia.

Logo de início obtivemos o apoio da ABL (Academia Brasileira de Letras) e da UBE (união Brasileira dos Escritores), tendo recebido do imortal Evanildo Bechara uma preciosa nota de felicitação.

É o PORTUGUÊS ON LINE, que será inaugurado inicialmente no site da pós-graduação da UNIFAE – Faculdade de São João da Boa Vista, espaço este que esperamos em breve disponibilizar para várias outras universidades.

Fico muito orgulhosa de ter conosco também a Revista Lusofonia dos Oito Países de Língua Portuguesa, espaço digital idealizado pelo querido e saudoso professor João Alves das Neves, um grande idealista e um incentivador do saber estrutural da nossa expressão lusófona e da nossa expressão poética.

PORTUGUÊS ON LINE:

www.posunifae.com.br/portugues-online

Triptico Brasileño

Agosto 5, 2013

Triptico Brasileño


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