Arquivo de Maio 2010

Fotos do Lançamento do Livro “400 Anos Padre Vieira – Imperador da Língua Português”

Maio 26, 2010

No ultimo dia 20 de Maio foi lançado o livro “400 Anos Padre Vieira – Imperador da Língua Portuguesa” o volume foi editado pela Fundação Memorial da América Latina, que também está responsável pela distribuição. O trabalho é fruto do colóquio sobre o padre Vieira que aconteceu em 2008, ano do centenário do catedrático poeta.

 O evento no consulado geral de Portugal em São Paulo contou com a presença dos autores João Alves das Neves, Vera Helena Amatti, Rita de Cássia Alves, Hernani Donato, de São Paulo, e dos cariocas Raul Francisco Moura e Carlos Francisco Moura. Além dos escritores autoridades como o presidente da Fundação Memorial da América Latina, Sr. Fernando Leça, o Cônsul Geral de Portugal, Sr. José Guilherme Ataíde, presidente do SINDIPAN, Sr. Antero José Pereira e a presidente do Instituto Histórico e Geográfico, D. Nelly Candeiras marcaram presença no evento.

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Serviço

400 Anos Padre Vieira “Imperador da Língua Portuguesa”

Preço: R$ 50,00

O livro está à venda no Memorial da América Latina

Telefone: (11) 3823 4618.

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ESTABILIDADE DEMOCRÁTICA

Maio 26, 2010

Por Ives Gandra Martins

A Constituição de 1988, hospedando adequado equilíbrio de Poderes, tem-se revelado responsável pela estabilidade da democracia brasileira.

Permitiu ao País superar os impactos de um “impeachment” presidencial, de um processo de superinflação (não hiperinflação, pois a economia não se desorganizou, graças a correção monetária), dos escândalos dos anões do Congresso, do orçamento, do mensalão -que levou 40 pessoas vinculadas ao governo Lula a serem processadas criminalmente- e de outras crises, além de assegurar a alternância do poder, sem que se falasse em ruptura institucional. Neste período, o Brasil evoluiu ao ponto de sua voz começar a ser escutada no cenário internacional.

O Presidente Sarney, embora tivesse fracassado no combate à inflação, com congelamentos mal planejados (desde Hamurabi os controles de preço não dão certo), permitiu, todavia, a convocação da Constituinte e a promulgação da Lei Suprema.

O presidente Collor -afastado por escândalo menor que o do mensalão-, abriu a economia do País, de que se aproveitaram seus sucessores Itamar Franco e Fernando Henrique, que , por sua vez, eliminaram o processo inflacionário brasileiro, com três regras simples, a saber: incineraram o “déficit” público, geraram reservas internacionais e levaram todos os índices inflacionários a desembocar num só, com o que, ao transformarem a moeda de conta (URV) em moeda de pagamento real, a inflação acabou. Sem “déficit” e com reservas suficientes, atalharam a especulação em divisas estrangeiras, utilizando-se da importação como freio à escalada de preços.

Fernando Henrique administrou bem a economia, por tê-la controlado, apesar da crise mundial e dos efeitos Malásia, Rússia etc. de 1997 a 2002, entregando o País a Lula, com os fundamentos da economia saneados e estáveis.

Lula, que foi dos maiores críticos do Plano Real, seguiu, rigorosamente, as diretrizes de seu antecessor e colocou no Banco Central experiente operador de mercado, que tem mantido a estabilidade da moeda, adotando as metas de inflação de Fernando Henrique e rígida política monetária, em dosagem correta nos aumentos e diminuições da taxas de juros.

Lula, por outro lado, assumiu o poder, com a economia mundial em crescimento e, aproveitando-se das conquistas de seus antecessores, fez o Brasil crescer, menos que os países emergentes de expressão, mas em razoável patamar. O peso da máquina estatal, que inchou – ao contrário de Fernando Henrique, que a enxugara – foi o breque que não permitiu que o Brasil crescesse como os outros países. Por esta razão, quando a crise mundial estourou, o Brasil, que ainda não tinha entrado no grau de desenvolvimento das nações desenvolvidas e emergentes de expressão, acabou sofrendo menos do que aquelas que já estavam em outro nível.

Ao adotar políticas anti-cíclicas (redução de tributos indiretos), alargou o mercado interno para compensar a perda do mercado externo, não tendo a Banca Brasileira sido afetada, por ter grande parte de seus ativos financeiros em títulos públicos.

Neste ano, todavia, nuvens começam a aparecer no horizonte, como o retorno da inflação e a formação de um ‘deficit’ nas contas externas de quase 50 bilhões de dólares.

Acresce-se que o peso da burocracia aumentou (183 bilhões de reais serão destinados a pagar a mão-de-obra oficial contra 12 bilhões voltados para a Bolsa Família!!!).

O PAC 1 empacou e o PAC 2 é, em parte, reprodução do PAC 1, para o qual apesar de haver recursos, seus gestores não souberam implementá-lo.

Creio que, se o Governo Lula sair do discurso eleitoral para uma gestão mais austera das contas públicas, talvez consiga concluir seu governo com bom saldo, sem inflação elevada.

Se soltar, porém, as rédeas, por ser um ano eleitoral, seu sucessor, seja ele quem for, terá problemas. Para, todavia, poder encerrar bem seu governo, terá que esquecer o PNDH3, segundo o qual o Brasil, nestes 20 anos, por conta do neoliberalismo, privatizações, agronegócio, flexibilização de direitos não teria alcançado uma boa performance, devendo voltar a ser um Estado forte, com economia agrícola de sustentação familiar, sem flexibilização de direitos e eventuais reestatizações. O PNDH3 pretende exatamente valorizar o que mais prejudicou o governo Lula, impedindo o País de crescer, na dimensão dos demais emergentes, na época do “boom” econômico, ou seja, o peso de uma burocracia esclerosada e de um Estado mastodôntico e ineficiente.

De qualquer forma, graças ao estatuto supremo, o saldo da democracia brasileira, em todos os governos, de Sarney a Lula, é inequivocamente positivo.

NO ANO DE 2009, OS PAÍSES DE IDIOMA PORTUGUÊS APROXIMAM-SE DOS 250 MILHÕES DE HABITANTES.

Maio 26, 2010

A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa reúne quase 250 milhões de habitantes, cifra que não vai demorar a atingir, se considerarmos as estimativas do Almanaque Abril 2010, que é publicado anualmente em São Paulo desde 1974 pela Editora Abril.

Trata-se de estimativas, pois não há recenseamento oficial da população dos 8 países de idioma oficial comum. Quanto às fontes utilizadas, são várias, porém selecionadas com o maior rigor possível. E não havendo outras, devemos considerá-las úteis, visto que importa conhecê-las e avaliá-las, já que são baseadas no crescimento demográfico de cada um dos 8 países, o qual atinge 2,7% ao ano em Angola, 1% no Brasil, enquanto em Portugal se limita aos 0,3% e na Guiné (Bissau) sobe para 2,2%, embora o crescimento populacional de Moçambique seja de 2,3%, assim se explicando que este país africano seja agora o 2º mais habitado, logo seguido por Angola. Quanto a Portugal, é o 4º.

Não pode esquecer-se que os 8 países assumiram oficialmente o idioma português, mas não deve esquecer-se que em vários deles nem todos os habitantes falam o nosso idioma.        

Enfim, o que mais nos interessa saber, nesta circunstância, é que em qualquer órgão internacional os representantes dos 8 se exprimem em português e, nestas condições, somos já uma das maiores comunidades lingüísticas do mundo. E faremos, por acréscimo, mais duas anotações: o total das exportações de 7 deles (não dispomos das cifras de Timor-Leste) ascende a 254.821 milhões de dólares enquanto as importações dos mesmos 7 chegam aos 220.379 milhões. Trata-se de somas muito importantes, pois traduzem a realidade econômico-financeira da nossa Comunidade, ficando claro que o comércio internacional dos 8 não pode ser ignorado dos maiores compradores e vendedores mundiais.  

Ponto de relevo é igualmente a comparação da “renda per capita”, segundo os números divulgados pelo Almanaque Abril 2010: a distribuição por pessoa, em Angola, seria de US$ 2.590 por ano, a do Brasil estaria nos US$ 6.060, cabendo US$ 2.680 a Cabo Verde, US$ 220 à Guiné (Bissau), US$ 340 a Moçambique, U$ 18.960 a Portugal e US$ 920 a São Tomé e Príncipe. E por estas cifras se pode observar que todos os 8 países comunitários continuam relativamente pobres, se compararmos as rendas “per capita” com as dos paises ricos!

Finalmente, damos aos leitores que nos acompanham o quadro que resumimos do Almanaque Abril 2010 relativamente às populações, exportações e importações de cada um dos 8 Países de Língua Portuguesa:

Fonte: Almanaque Abril 2010 – Ano 36. Editora Abril, São Paulo-BrasilFonte: Almanaque Abril 2010 – Ano 36. Editora Abril, São Paulo-Brasil.

O REGIONALISMO ANALISADO PELA SOCIÓLOGA MARIA BEATRIZ ROCHA-TRINDADE

Maio 26, 2010

Por João Alves das Neves

Chegou “o estudo que faltava”, dissemos no prefácio de A Serra e a Cidade, mas os municípios de Arganil, Góis e Pampilhosa da Serra ainda não o leram com a devida atenção. E assim pode talvez explicar-se que só  tardiamente costumamos reconhecer o valor intelectual e artístico de certas  obras  realizadas pelos autores da Beira-Serra.

Assim foi com Tomás Garcia Mascarenhas, que permaneceu inédito por largos anos embora estimado pelos seus conterrâneos avoenses: deixou-nos em 1656,  mas o Viriato Trágico só foi editado em 1699 por devoção de Bento Madeyra de Castro, seu parente longínquo. Os anos tornaram esquecidos o autor e o poema, até que um e o outro foram redescobertos em  1846 por Albino d’Abranches Freire de Figueiredo, que por sua conta tou  o livro, sob a forma tipografada à moderna. E  sobreveio outro largo sono, até que somente em 1996 voltou o poema, agora fac-similado, com apresentação do ensaísta José V. de Pina  Martins.

Não obstante, os estudos crítico-biográficos de Simões Dias,  Visconde de Sanches de Frias, Teófilo Braga, António de Vasconcelos,   Fidelino de Figueiredo  (que o considerou entre os nossos maiores épicos, na linha de Camões) e de outros estudiosos  obra de Brás Garcia Mascarenhas continua a ser ignorada pela maioria dos historiadores literários) e este desconhecimento omite o poeta do Alva das nossas antologias de divulgação e ensaio. A burrice não sabe que a Literatura Portuguesa se projecta além de Lisboa, Porto e Coimbra.

Com outros escritores válidos acontece a mesma coisa e os autores da Beira vivem isolados na Serra. E pior estariam se o silêncio não  fosse quebrado por intelectuais da estirpe de Maria Beatriz Rocha-Trindade, que encontrou uma razão cultural para analisar o Movimento Regionalista, que rompeu a partir da década de 20 do século passado com o atraso material e social população da nossa Terra: “Como acontece na gênese de qualquer movimento de cariz associativo, tal como o que veio a ser caracterizado  no Regionalismo das Gentes da Serra, a formação de uma estrutura sólida, regular e cristalina inicia-se em geral, com encontros recorrentes de ocorrência mais fluida e irregular que, por várias vezes repetido, se tornaram habituais”.

 Em  conclusão,  declara a socióloga que “os Regionalistas da Serra construíram e deram à luz uma forma modelar de iniciativa de sociedade civil, sem por isso menosprezar o poder do Estado: não são subditos ou servos  – são parceiros de direito pleno.”

 Ora, chegamos ao fim: os Municípios não podem ignorar estudos que, como o da investigadora, ensaísta e professora Maria Beatriz Rocha-Trindade dignificam o Movimento Regionalista que há perto de um século , com base nos arganilenses, goienses e pampilhosenses luta  pela valorização material e cultural da Beira-Serra.

O delito de furtar palavras

Maio 26, 2010

Por Dalila Teles Veras

Mesmo antes de chegar às livrarias, o livro “A Imitação dos Sentidos”, do prof. Leopoldo Bernucci, publicado pela Edusp em 1995, já era notícia e provocava polêmica.

Era de se esperar, uma vez que o autor acusa Euclides da Cunha de copiar ou “incorporar” reportagens de jornais e outros documentos na elaboração de “Os Sertões” e aponta esses trechos, comparando-os com “as fontes”. Entretanto, laudas e laudas de resenhas e debates posteriores ao lançamento do livro, o grande público continuou e continuará a ler Os Sertões, justamente porque desde há muito essa (quase) inclassificável obra, vem despertando constante interesse pela comunidade mundial de historiadores e críticos e provando sua perenidade.

Este exemplo serve para ilustrar o sempre polêmico tema de plágio que, volta e meia, ocupa as manchetes dos meios de comunicação de massas e que neste momento é também largamente discutida no espaço virtual.

Michel Schneider, em “Ladrões de Palavras”, publicado pela Editora da Unicamp em 1990, joga baldes de água fria nesse sempre acalorado debate.

 Schneider analisa com profundidade o plágio na obra literária e prova, com exemplos irrefutáveis, o que, aliás, sem erudição nenhuma, o nosso velho guerreiro Chacrinha apregoava sem cansar: nada se cria tudo se copia. De Shakespeare a Camões, de Balzac e Flaubert a discípulos de Freud, passando por Montaigne, reconhecidamente plagiários e, inclusive, elogiados pela pilhagem, poucos passaram ilesos.

Uma coisa é copiar uma obra, pura e simplesmente, outra é a apropriação de idéias, trechos ou fatos que, nas mãos de hábeis escritores, como foi Euclides, sofrerão a “transmutação criadora”, resultando em obra original.

Vejamos o que  diz Schneider: “só escrevem aqueles cuja língua dói, e mais gravemente afetados são aqueles a quem dói a dos outros” (…) “Os atos de escritura são aparentemente falhos, estranhos, aberrantes; neles apreender o lado excepcional é um modo de atingir o permanente. Se aceitarmos este método, veremos no plágio o protótipo da elaboração estilística e, na incorporação, o da identificação” ou, ainda, citando Paulhan: “Em literatura, há apenas um sentimento absolutamente tolo: é o medo de ser influenciado”.

Lembro de dois casos ocorridos na região do Grande ABC (SP) nos anos 80. Num deles, um escritor convocou, de forma sensacionalista, a polícia  que invadiu a Feira do Livro de Santo André, apreendendo todos os exemplares de um livro que estava sendo autografado por sua autora, sob a acusação de que inúmeros trechos dessa obra eram de sua autoria. Processo em curso, consultados especialistas em literatura, enfim, a sentença: todas as frases que o queixoso desejou provar como suas, não passavam de chavões considerados de domínio público. Assim, o delito não ficou caracterizado, acabando com os sonhos de glória de plagiador e plagiado.

Também por ocasião da Feira do Livro de Santo André, em 1985, a tradutora Nair Lacerda deparou-se com um romance de Taylor Caldwell, anos antes traduzido por ela, naquela ocasião relançado pela Editora Record com o título “Médico de Homens e de Almas”. A edição dava como autor da tradução um tal de Aidano Arruda, mas na verdade, conforme a própria Nair constatou, tratava-se de cópia literal da sua, frase a frase, inclusive as notas de pé de página. Apesar de gravíssimo, o caso até hoje não ficou solucionado e a saudosa dona Nair morreu sem receber qualquer ressarcimento moral. Ao que parece, sempre difícil de provar, mais difícil ainda de incriminar, mesmo em casos flagrantes como este.

 Fácil, no entanto, perceber porque só aos grandes escritores está reservado o ato do amálgama da informação, da pesquisa com a criação. Só esses sabem, com sabedoria, transformar fatos cotidianos ou históricos em um ato estético chamado literatura. O simples furto está reservado aos desonestos e medíocres.

Crônica do Brasil: SANTO ANTÓNIO NA CIDADE DE SÃO PAULO

Maio 26, 2010

Ao mesmo tempo que é a maior cidade de Língua Portuguesa, a cidade de São Paulo deve ser também a metrópole com mais paróquias e instituições antonianas do mundo, pois reúne 10 paróquias e outras 10 entidades consagradas ao padroeiro de Lisboa.

O que é surpreendente mas nem sempre reconhecido pelos seus quase 11 milhões de habitantes – quer dizer, mais pessoas que Portugal inteiro. Fundada oficialmente em 25 de Janeiro de 1554 pelo Padre  Manuel da Nóbrega, que veio a ser o primeiro Superior da Companhia de Jesus no Brasil (recorda-se que no mesmo ano nasceu igualmente a povoação de São Paulo de Assunção de Luanda), São Paulo começou a crescer vigorosamente em meados do século XIX, graças a chegada dos emigrantes lusos, espanhóis, italianos e de outros países europeus, que escolhiam a região por ter um dos melhores climas do País – a terra é boa e favorável  à agricultura, ao ponto de o Estado dos Paulistas  ser  hoje não só o mais populoso mas igualmente o que mais produz na agro-pecuária e na indústria do País.

Deste modo, explica-se a devoção a Santo António, de acordo com o Guia da Arquidiocese de São Paulo: a vintena de instituições antonianas das entidades eclesiásticas que já homenagearam o popular santo português estão dispersas por 10 bairros (ou sectores religiosos) e em 2 deles são invocados o lugar onde nasceu Fernando Martim de Bulhões (que depois assumiu a denominação religiosa de António), 1 menciona a terra onde ele morreu (Pádua) e as outras paróquias citam apenas o nome conhecido de Santo António. Aliás, devem ser apontadas também uma igreja não-matriz (todas as paróquias têm o seu templo votivo), além de uma capela, um colégio,  uma casa e  mais 4 sedes comunitárias.     

Diz o historiador Luís da Câmara Cascudo (o mais importante folclorista brasileiro, com mais de uma centena de livros), no seu Dicionário do Folclore Brasileiro (2 volumes) que o milagreiro ulissiponense é o santo mais popular do Brasil. E entre as inúmeras obras sobre o grande e culto santo português merece destaque o livro Santo António de Lisboa militar no Brasil, da autoria do historiador José de Macedo Soares – a edição de 1942 é belíssima e a mais ampla que conhecemos, dando inúmeras informações acerca do santo que nunca veio ao Brasil, mas que continua influenciando milhões de brasileiros.

A notícia que damos sobre a existência de 10 paróquias e outras 10 instituições na Arquidiocese de São Paulo são mais do que suficientes para testemunhar a devoção pelo santo que nasceu em Lisboa e morreu em Pádua. E é claro que não são referidos os outros lugares do Estado de São Paulo, onde há talvez milhões de devotos de Santo António, entre os quase 40 milhões de habitantes paulistas (paulistanos são os que nascem na cidade homônima). Quer dizer, Santo António continua vivo em São Paulo e, por extensão,  no Brasil).

Maio 11, 2010


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