SAUDADES TENHO; SIM; DO NOSSO ESCUDO

por Clariesse Barata Sanches


imagem Clarisse IIimagem Clarisse

Do Escudo tenho, sim, Saudades, visto

Saber, que o Euro compra só, então,

Um cafezinho ou dois, apenas, isto;

E para um chocolate não dá, não.

 

Quem me dera o Escudo em minha mão;

Rendia muito mais que aquele cisco

Do euro que foi nossa perdição

E nem dá pra comermos um petisco.

 

 

Com Duzentos e tal eu compraria

Comida boa, sim, e me daria

Para comer três dias à vontade…

 

Ai, euro, nossa ruína na carteira

Que não dá pra comprar nada na feira…

Mas, só pra ter do Escudo mais Saudade!

 

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One Comment em “SAUDADES TENHO; SIM; DO NOSSO ESCUDO”


  1. Clarete, gostei muito do seu soneto. No Brasil acontece o mesmo, com a ressalva de que a nossa moeda é só uma, de que a Revolução (golpe) dos militares foi pro ar. Uma nota de cem reais não dá pra fazer sequer uma feira. Não quer a presidente Dilma dar a mão à palmatória e reconhecer a estrondosa inflação que ela instalou no seu governo. Lula e Dilma só fizeram gastar, e mal. Nada foi feito, o que televisão diz por ela e pelo Governo, é mentira. Os meios de comunicação precisam de dinheiro e consentem. Mas os jornais, a internete, etc. diz de outra forma e nós sentimos no bolso. E a dor que mais doi é a dor do bolso.
    Qualquer dia destes vou tentar um soneto como o seu. Direi verdades duras.Meu e-mail:franciscomigueldemoura@gmail.com
    as)francisco miguel den moura


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