TÁGIDE

Por Raquel Naveira

Sou uma tágide,
Ninfa do Tejo,
Cantada pelo Poeta,
Nereida que nada no rio,
Desci pela Espanha
Num caudal imenso
Até chegar ao mar de Portugal.

Sou uma tágide,
Ninfa do Tejo,
O meu desejo é inspirar o Poeta,
Dar-lhe som alto,
Sublimado,
Estilo solene
De quem toca com fúria
E sem pejo
Um saxofone de ouro.

(trecho do poema “tágide”, que integra o livro “sangue português”, A & C Editora, SP)

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