Escritores, homenagens e pombos

Por Dalila Teles Veras

No jornal O Estado de São Paulo: “Charles Dickens Ganha Estátua – O escritor Charles Dickens (1812-1870) pediu que nenhuma estátua fosse feita em homenagem a ele, mas não teve seu desejo atendido. No dia 9 de junho, no 133º aniversário de sua morte, será inaugurado um monumento no valor de 118 mil libras, em sua cidade natal, Portsmouth, onde ele viveu até os três anos de idade. Ele estará sentado numa cadeira lendo um livro. Esta será a segunda estátua para o autor de Oliver Twist e Um Conto de Duas Cidades. A primeira foi erguida em 1891, na Filadélfia. Em dezembro, no final das comemorações pelo seu bicentenário, o museu dedicado a ele, em sua casa de Londres, foi reaberto depois de passar por reforma.”

Estou com Dickens. Nada mais inglório do que passar a vida com a cabeça cagada pelos pombos! A memória de um escritor está nos livros que escreveu e… por que não? nas marcas que deixou no seu ambiente de trabalho. Preservar as casas-museus de escritores, manter o “clima” de sua época, é um “investimento” bem mais interessante e honroso.

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